Receita de pão de alho / garlic bread

O pão de alho do churrasco em família desta vez foi diferente: usamos o pão de batata que tínhamos comprado no Copo de Leite – parada quase obrigatória quando vamos para Vassouras, que tem comidinhas muito gostosas e um ambiente pequenino e aconchegante na serra. #naoémerchan 😂. 


Fizemos assim:- 2 dentes de alho (se quiser mais forte, pode colocar mais 1), 4cs de maionese, 1/3 xic de creme de leite, 1/4 de cebola picada, 2 cs azeite, 1 cc de vinagre e uma pitadinha de açúcar. Tudo no liquidificador. Depois é só passar no pão e deixar na grelha até dourar. Você também pode fazer uma variação do pão de alho e, em alguns, colocar um pouquinho de queijo mozzarella ralado por cima.
Garlic bread is great for a family get together appetizer, especially when it involves batbecue. For this recipe, we used potato bread, but you can use the one you prefer: 2 cloves of garlic (if you like a strong flavor, add an extra one), 4tbs mayo, 1/3 cup heavy cream, 1/4 chopped onion, 2 tbs olive oil, 1 tsp vinegar, a pinch of sugar. Blend everything. Then, open the bread and spread the garlic cream. Add a little bit of grated cheese if you like and put it on the grill. 

Expo de Milão: alimentar o planeta, energia pela vida.

A Expo universal de 2015 acontece em Milão, na Itália, até o dia 31 de outubro. Nesta edição, o tema central é “Alimentar o planeta, energia pela vida” e tem por objetivo incitar a discussão sobre o futuro da alimentação; debater a questão da abundância e, ao mesmo tempo, privação do acesso ao alimento; a história da comida e a inovação dos países para um futuro sustentável.

Expo Universal Milão

Pavilhão da Malásia

Para chegar à Expo, que está um pouco afastada do centro da cidade, pegamos um trem para a RHO-Fiera Expo 2015, que nos deixou próximo à entrada. Compramos os tickets com alguma antecedência para não corrermos o risco de não conseguirmos ingressar no evento. Depois de uma fila relativamente rápida, passando pelo detector de metais e toda a segurança, começamos a nossa visita.

Logo no início, você pode comprar um souvenir: um passaporte da Expo, por cinco Euros. Após a visita a cada pavilhão, os países carimbam, como se fosse um visto. Isso nos ajudou a lembrar dos lugares em que fomos, além de ficar como lembrança.

Expo Universal Milão

O tamanho da Expo impressiona: um enorme espaço, com grandes pavilhões que mostram um pouco da biodiversidade de cada nação, projeções, vídeos e experiências interativas. Além disso, também conhecemos mais sobre as comidas típicas, sabores diferentes e pudemos prová-los.

Expo Universal Milão

Doce típico da República Tcheca

Expo Universal Milão

Pausa no pavilhão da China para uma cerveja de arroz

As filas para visitar os pavilhões são grandes e, por isso, é preciso paciência. Mas vale muito a pena! Achei um dia pouco tempo e não consegui visitar todos os países, mesmo ficando mais de 10 horas no evento. Mesmo assim, vimos bastante coisa e tivemos uma experiência única em poder participar desta Expo Universal, com um tema tão importante e atual.

Pavilhão da Espanha, com projeção dos alimentos em uma bancada.

Pavilhão da Espanha, com projeção de comidas e receitas em uma bancada.

Pavilhão da França, com os queijos típicos do país.

Pavilhão da França, com os queijos típicos do país.

Um pavilhão interessante foi o do supermercado do futuro. Lá, robôs executam algumas tarefas e ter informações sobre um produto é bem simples: basta tocar no item e todas as especificações aparecerão numa tela localizada acima.

Produtos com tela informativa acima

 

Foram muitos pavilhões, cada um com uma abordagem interessante para refletirmos sobre as contradições do nosso mundo, como a fome, de um lado, e doenças ligadas à má nutrição ou obesidade de outro.

O evento é interessante porque levanta discussões sobre como podemos alcançar o equilíbrio usando a tecnologia a nosso favor e buscar uma produção sustentável. Também nos traz consciência de que é imprescindível diminuirmos muito o desperdício.

Pavilhão da Irlanda

Pavilhão da Irlanda

 

Sabemos que existe, sim, um longo caminho até conseguirmos equilibrar o consumo e a demanda e prover comida saudável para todos. Fiquei feliz e esperançosa por ver que estas questões estão sendo amplamente discutidas, a ponto de termos um evento tão importante quanto este dedicado exclusivamente ao tema. Ainda há muito a ser feito e acho que podemos começar na nossa casa, evitando o desperdício, entendendo melhor os alimentos que compramos e de quem compramos, por exemplo. É um exercício diário – não é fácil – ainda mais com a nossa rotina corrida, mas vou tentar aqui em casa. E você? Vamos juntos?